Quantas vezes você já desejou ser uma melhor mãe para o seu filho? Quantas vezes você já ficou insegura, se questionando se está educando-o do jeito certo? Julgamentos, expectativas, frustrações, culpa e responsabilidade são estados emocionais presentes na vida de toda mãe.

“Criar filhos com perfeição é uma miragem. Não existem pais ideais e não existe filho ideal” (Shefali Tsabary)

Certamente desde que seu filho estava na sua barriga você já começou a formar alguns conceitos a respeito dele “Ele é muito calmo”, “Ele é agitado”, “Ele é dorminhoco” e assim as expectativas começam a surgir. Só que perante tudo isso está uma criança que, desde muito nova, apresenta uma personalidade forte, com desejos e vontades próprias.

E assim suas expectativas e idealizações começam a ser frustradas. Você começa a se sentir culpada quando seu filho começa a expressar suas vontades, fazendo birras e não obedecendo e se sente a pior mãe do mundo.

Pare de procurar por aquela mãe perfeita. Ela simplesmente não existe.

Pare de querer buscar a perfeição, pois isso faz com que você não valorize o momento presente e as situações reais do dia a dia. Não existe mãe perfeita, existe mãe consciente de suas limitações, de suas emoções e de suas forças para oferecer o seu melhor ao seu filho.

Sua energia deve ser canalizada para fazer o seu melhor com os recursos que você tem e não melhor do que a vizinha ou que a mãe do coleguinha. Encare suas imperfeições como sendo preciosas ferramentas para gerar a mudança que tanto deseja.

Viver uma maternidade mais consciente é o convite que quero fazer a você. Para te ajudar, separei 4 trechos do livro “Pais e Mães Conscientes”, de Shefali Tsabary:

“Criar filhos nos expõe com frequência a situações conflituosas entre nossa mente e o nosso coração, de tal forma que a tarefa de educar uma criança pode ser comparada a andar na corda bamba”.

Diante de tantas exigências que a sociedade insiste em impor, certamente você se pega nessas situações conflituosas “E agora, repreendo meu filho por ele ter tirado o brinquedo da mão do amiguinho ou deixo que eles se resolvam sozinhos?”, “Chamo sua atenção por ter desenhado um coração na parede ou aproveito a oportunidade para me derreter de amores com sua declaração sincera?”.

Estar presente para estas situações faz com que você empodere ou desencoraje seu filho. Tenha consciência de que a perspectiva de uma criança é totalmente diferente da de um adulto. As preocupações que fazem parte da sua vida, não são as mesmas da do seu filho: ele está ocupado demais aproveitando as experiências da vida e cada momento com toda a intensidade que lhe cabe.

“Quando você cria seus filhos, é crucial perceber que não está educando um “minieu”, mas um espírito que palpita com a sua própria marca registrada”.

Por isso é tão importante o autoconhecimento. A partir do momento que você tem consciência de suas questões, você consegue separar melhor o que é seu e o que é do seu filho e, então, poderá sentir-se menos frustrada com as projeções e expectativas não correspondidas. Poderá criá-lo de acordo com as necessidades dele, ao invés de tentar moldá-lo às suas necessidades.

“É útil nos perguntarmos: “Qual é a minha missão ao criar filhos, minha filosofia para educá-los? Como manifesto isso na minha interação no dia a dia com meu filho, ou minha filha? Terei mapeado uma missão previdente, cautelosa, como se estivesse dirigindo uma grande organização?””.

Quantas vezes você já se fez as perguntas acima? Você se preparou para educar seus filhos com o mesmo empenho que se preparou para ter uma profissão e se formar na faculdade? Toda habilidade é desenvolvida com conhecimento, prática e repetição. Questionar suas crenças, revisitar sua infância, acessar seus sentimentos mais profundos e ressignificar as experiências desagradáveis, te permitirá viver a maternidade de forma mais consciente e tranquila. 

“Certamente não é por falta de amor que impomos a nossa vontade aos filhos. A origem está na falta de consciência. A realidade é que muitos de nós não estão conscientes da dinâmica que existe no relacionamento com nossos filhos”.

A autora reforça a ideia de que as crianças estão pagando um preço alto quando educa-se o filho no automático, sem pensar muito nas consequências a longo prazo: paparicados, medicados em excesso, rotulados, superprotegidos, ou seja, quando nos falta consciência, não conseguimos desenvolver nas crianças as habilidades que são necessárias para a construção de uma vida feliz.

Que tal reservar um tempinho na sua semana para olhar mais pra si, se conhecer e DESPERTAR todo o seu potencial para se tornar a melhor mãe que você pode ser? Estou abrindo 2 vagas para o meu PROGRAMA DESPERTAR. Entre em contato para mais informações! Quero ser sua Coach. 😀 

Vamos juntas?

Com carinho, Aline.